Bem vindos, alunos e demais visitantes!

Este blog foi criado para dar apoio a nossas atividades acadêmicas na disciplina de Estética e História da Arte. Aqui você vai encontrar nosso Programa de Ensino e Aprendizagem com um cronograma de todas as nossas aulas, instruções para elaboração de trabalhos e material de apoio de aulas. Além disso, conto com a ajuda de todos vocês para transformar esta página em uma extensão virtual da sala de aula, compartilhando nossas reflexões, produções e aprendizado.

Bons estudos!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Aula 13. Arte e espaço: Arquitetura, escultura e tridimensionalidade

Principais tópicos abordados:
1. A competência de edificar: usos sociais do espaço
2. A arquitetura modernista
3. O espaço artístico como discussão contemporânea
4. Minimalismo
5. Land art
6. Revisão para a avaliação




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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Aula 12. Arte e transgressão II: Provocações contemporâneas

Principais tópicos abordados:
1. Novos suportes da arte
2. O caráter provocador e reflexivo da arte contemporânea
3. Arte conceitual
4. Instalação
5. Arte performática
6. Estudo de caso: Nelson Leirner

Para quem quiser rever o registro em vídeo da performance de Yoko Ono ("Pedaço cortado", de 1965), segue abaixo o vídeo que vimos em sala de aula, que retrata um pequeno trecho da performance da artista. O áudio não é original.




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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Aula 11. Arte e transgressão I: As vanguardas na Europa e no Brasil

Principais tópicos trabalhados:
1. A crise da cultura europeia no século XX
2. A consciência modernista
3. O cubismo
4. O surrealismo
5. Estudo de caso: Modernismo e propaganda






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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Aula 10. Arte e originalidade II: A revolução do final do século XIX

Principais tópicos abordados:
1. O impressionismo
2. Dilemas da arte do final do século XIX
3. O pós-impressionismo
4. Paul Cézanne
5. Estudo de caso: Hermès 2010






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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aula 09. Arte e originalidade I: O novo estatuto do artista romântico

Principais tópicos abordados:
1. O Barroco na Europa
2. Transformações históricas do século XIX: o mundo industrial
3. Romantismo como crítica social
4. A arte do século XIX
5. A arte romântica
6. Estudo da caso: Ford Ecosport

O vídeo publicitário no qual se baseou nosso estudo de caso pode ser assistido abaixo:






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segunda-feira, 23 de abril de 2012

07. Arte e beleza: O domínio da natureza na Grécia e no Renascimento

Principais tópicos abordados:
1. O conceito de mimesis na Grécia Antiga
2. Períodos da arte grega
3. Ideal e natureza na escultura grega
4. O Renascimento na Europa
5. A pintura renascentista
6. Estudo da caso: A ninfa Galateia, de Rafael Sanzio

Como comentei em sala de aula, segue link para uma página da internet na qual podemos observar toda a Capela Sistina, com afrescos pintados por Michelangelo, entre os quais o da imagem acima (clique aqui para visualizar). Todos os painéis superiores (a partir da altura das janelas), do teto e o grande mural do altar foram pintados por Michelangelo.



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sábado, 21 de abril de 2012

Arte, história e política


Na data de 9.4.2012, foi proposto um estudo de caso, onde o objetivo era analisar o projeto arquitetônico do Volkshalle, de autoria de Albert Speer, encomendando pelo ditador alemão Adolf Hitler. Acima temos a maquete do mencionado projeto

O projeto foi inspirado no Panteão Agripa, em Roma, cuja figura está logo abaixo:


Com efeito, o grupo deveria, em apertada síntese:
  • ·    Apontar semelhanças entre o Panteão de Agripa e o projeto Volkshalle;
  • ·    Responder por que Adolf Hitler buscou inspiração na arquitetura do Império Romano para construir o Volkshalle; e
  • ·    Traçar um paralelo entre a função do Panteão de Agripa e o sentido político do edifício na Alemanha nazista.
Em nova síntese, o grupo discorreu que semelhanças formais entre as construções eram a construção em forma de domo, o amplo espaço interior, a escadaria na entrada, as colunas e a cor branca da construção.

As inspirações no Império Romano decorreram do fato do Império ser centralizador e ter conquistado um vasto território, buscando agregar o máximo possível de territórios ao seu Estado. Assim a construção no coração de Berlim era uma forma do III Reich centralizar o seu poder e demarcar o território alemão como centro do poder das regiões que, tal qual Roma, conquistasse.

Por fim, dada às proporções da obra analisada, concluímos que o sentido político do projeto era cultuar o Estado nazista e, principalmente, a figura de Adolf Hitler e, novamente, a centralização do poder em detrimento do poder das nações eventualmente conquistadas.

Após assistir o documentário “Arquitetura da Destruição” indicado pelo professor Alexandre, posteriormente a realização do estudo, o grupo acrescentaria que a inspiração de Adolf Hilter proveio de sua apreciação pelas artes e pela antiguidade Roma e Grécia.

Hitler era um pintor que não obteve muito sucesso na área, sendo rejeitado pela Academia de Viena. Tinha admiração por Richard Wagner, famoso compositor, que compartilhava algumas de suas ideologias.

Hitler nutria admiração por Grécia e Roma, prestigiava a cidade-estado Esparta, por considerar um povo puro, bem como Roma pelo vasto império que conquistou. Aliás, Roma influenciou Hitler profundamente, sendo que uma frase em especial pode sintetizar o que ditou os rumos da segunda guerra mundial para Hitler “travou uma guerra moderna com objetivos antigos”, ou seja, conquista de territórios.


Visando sedimentar o conhecimento proporcionado pela aula e pelo estudo de caso, o grupo realizou uma pesquisa acerca do uso da arte, propaganda e o controle de informações para formar crenças e valores.


O caso nazista é o mais emblemático, porém, podemos verificar a utilização das mesmas ou semelhantes estratégias no presente. É o caso da República “Democrática Popular” da Coréia, mais conhecida como Coréia do Norte.


Para entender a propaganda Norte Coreana, é necessário ter em vista o movimento conhecido como Realismo Socialista, estilo consagrado entre os anos de 1930 a 1960, característicos de regimes comunistas stalinistas. Influenciando fortemente a propaganda estética e politica Norte Coreana.


O estilo foi largamente utilizado na União Soviética, China e na Coreia do Norte. Para fins de comparação seguem duas obras, “Rosas para Stalin” (figura 1) de 1949 e o mural na entrada do Museu Nacional de Pyongyang (figura 2):

 


Figura 1: http://12-efe.blogspot.com.br/2009/05/o-regresso-do-realismo.html
Figura 2: http://www.youtube.com/watch?v=Y-cLhRhbxnI&feature=player_embedded#!


E com o intuito de aprofundar os estudos destas ferramentas, o grupo convida todos seus leitores a assistir um documentário “Toda a verdade - Coreia do Norte” onde se pode observar a utilização de tais ferramentas.

O documentário está disponível no YouTube:



Infelizmente o link do documentário, com legendas em português, não traz a autoria do documentário, motivo pelo qual deixo aberto o espaço para a reivindicação dos créditos, deixando registrada a admiração e apreço pelo trabalho desenvolvido.

Em breve resumo, a Coréia do Norte é o resultado de ocupações norte-americanas e soviéticas ocorridas em 1945, após o término da Segunda Guerra Mundial. Alguns anos mais tarde, mais precisamente em 1950, houve a Guerra das Coreias, conflito que jamais terminou oficialmente, porém foi interrompida por um armistício.

Oficialmente a Coreia do Norte é uma república socialista, no mundo real é uma ditadura totalitarista. Seu primeiro líder foi Kim Il-sung, com sua morte, seu herdeiro Kim Jong-il assumiu o poder. Em 17 de dezembro de 2011, o mundo foi agraciado com o falecimento do Kim Jong-il, tendo seu filho Kim Jong-um.

Porém, o ponto central é a utilização da arte e propaganda por parte do governo totalitarista da Coréia do Norte para submeter o povo ao seu poder. Conforme se pode verificar do documentário acima indicado, o ponto inicial do tour de turistas estrangeiros começa no Museu Nacional de Pyongyang, onde logo na entrada é possível ver um mural, com fortes referências ao exército norte coreano, junto com o povo:


O mencionado mural enaltece a figura de Kim Il-sung que, segundo o documentário, reescreveu a história recente da Coreia do Norte, conferindo-lhe uma aura quase divina:


O Mural retrata traços característicos da propaganda socialista, mostrando o ditador cercado por soldados (exército), marinheiros (marinha), pilotos (aeronáutica) e crianças, aparentemente, retratando o povo em menor escala.

Dentro do aludido Museu, além de algumas potenciais manipulações históricas, há um impressionante mural retratando a batalha de Seul, ilustrando o exército Norte Coreano em posição heroica e vantajosa, porém duvidosa, abaixo:


Abaixo detalhe do mesmo mural:


 Abaixo podemos observar uma mostra da arquitetura de um prédio do Estado, o chamado “Palácio do Povo”, observa-se na foto que apesar de ser razoavelmente grande, não é de proporções que chamem a atenção, como o projeto do Volkshalle, mas lembra os estilos greco-romanos:

Ao longo das Avenidas de Pyongyang não há cartazes ou outdoors com publicidades e propagandas de produtos ou serviços, como é comum na maioria dos países, mas sim posters com propaganda ideológica do regime comunista:


Canal nacional, onde são exibidos programas com músicas patrióticas, discursos militares, documentários sobre o ex-ditador Kim Jong-Il e instruções da melhor forma de se usar um rifle Kalashinikov:


Porém o maior destaque vai para a enorme escultura de Kim Sung-Il, no centro de Pyongyang. Podemos perceber a utilização de estratégias vistas nas aulas, utilizadas por outros imperadores ou ditadores como, por exemplo, forçar o observador olhar para cima objetivando a contemplação do ditador elevado aos céus:


Abaixo uma visão que nos permite visualizar a dimensão da escultura:


A exemplo do Império Romano, onde o imperador espalhava sua imagem ao longo das regiões conquistadas, podemos observar o uso desta estratégia no regime Norte Coreano, onde a imagem do líder está espalhada por todos os lugares em forma de fotografias:


Esculturas:


Pinturas:


Murais:


Por fim, a Coreia do Norte também possui seu “Arco do Triunfo”, como podemos ver abaixo:


Em conclusão podemos verificar que algumas estratégias utilizadas desde a antiguidade até a história moderna, continuam sendo empregadas até os dias de hoje. A arte e a propaganda podem ser aplicadas de forma perigosa para estabelecer uma comunicação de poder, colocando os governados em uma posição de submissão.

Por fim, para aqueles que desejarem visualizar com maiores detalhes as informações contidas neste trabalho, recomendamos, mais uma vez, o documentário “Toda a verdade - Coreia do Norte” onde além de conhecer um pouco mais do sofrido país, sedimentar os conhecimentos transmitidos em sala de aula.

Participaram deste trabalho os alunos da turma do primeiro semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Anhanguera - Disciplina Estética e História da Arte – Professor Alexandre Marcussi.

Abmael Ventura
Barbara Volcov
Beatriz Oliveira
Jorge Toshiaki Koyanagui
Rodrigo Neris Costa
Gerson Aureliano

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Arte e ideologia II: A arte a serviço do poder na Modernidade

Principais tópicos abordados:
1. Ideologia e arte na Alemanha nazista
2. O Neoclassicismo na França
3. A Missão Francesa no Brasil
4. A Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro
5. Estudo de Caso: Pedro Américo


Como prometido segue aquele vídeo que assistimos em sala de aula. Trata-se de um excerto do filme O judeu eterno, de 1940, dirigido por Fritz Hippler. Para quem tiver estômago e curiosidade, o filme pode ser encontrado gratuitamente no YouTube.






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domingo, 15 de abril de 2012

Trabalho sobre os filmes Harry Potter e O Senhor dos Anéis


A franquia do Harry Potter é mais voltada para o público infantil, e a do Senhor dos Anéis é voltada mais para os adolescentes e adultos. No Harry Potter o jovem Harry vai evoluindo e ao mesmo tempo o publico que o acompanha vai evoluindo junto, ele pega a realidade da escola, dos amores na infância e acrescenta a magia. No Senhor do Anéis o Frodo evolui de uma forma diferente, na guerra, não que não tenha magia, mas não tem elemento de realidade.

Os dois filmes tiveram toda uma trajetória que se acaba nesse ultimo filme. A trilha sonora e de impacto, os efeitos especiais, os cortes de câmera dos dois filmes são rápidos, nas cenas de batalhas alguns anglos são praticamente idênticos.

Os dois filmes usaram ficção, personagens fictícios a semelhança nos personagens, no modo de se vestir, no modo de andar, a semelhança das histórias como a batalha, a fantasia nos filmes giram em torno do confronto final, nos dois filmes temos os personagens principais que tem o deve de salvar o mundo, ambos tem uma simbologia. No Harry Potter ele tem a cicatriz na testa, no Senhor dos Anéis o Frodo tem o anel que ele carrega no pescoço.



Grupo: 
Tahuonara Brandão
Jussara Pomponio
Yan Yamamuti
Leandro Alves Costa
Fatima Gomes

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Harry Potter e O Senhor dos Anéis

 


De acordo com o estudo de caso proposto na aula, que foi comparar 2 franquias uma é a HARRY POTTER  e SENHOR DOS ANÉIS, o grupo chegou a conclusão deque as franquias tem praticamente o mesmo ( interesse ) o Harry Potter  tem um publico alvo , voltado para o lado mais “ infanto  juvenil ”  podemos notar isso se assistirmos todos os filme da franquia, que mostra o desenvolvimento do garoto bruxo, e seus amigos , que ao passar de tempo vão enfrentando diversos desafios ,lutando contra monstros animais gigantes,  e o tão temido ( Lord Valdemort)  , que é o vilão de toda a trama , podemos acompanhar no link abaixo a historia do filme em alguns minutos.


Já referente à outra franquia a Senhor dos Anéis , o seu publico alvo , já é para um pessoal mais jovem, devido a  complexidade da historia , nessa franquia também mostra o desenvolvimento de seus personagens, conforme suas batalhas acontecem  seus personagens ganham mais experiência para que possam  lutar com seu vilão e criador do “anel do poder”, (Sauron ) segue o link do trailer do senhor dos anéis.

Os dois contam a lendária historia da batalha entre o bem e mal, que todos nos já sabemos vários filmes, tem esse mesmo propósito, a grande maioria dos filmes, mostram sempre o Bem vencendo o mal  no final, mas tem filmes onde o contrario também acontece do tipo (Jason) sempre ele  sobrevive não importa o que acontece com ele.

Nos dois filmes a claramente muitos efeitos especiais, e podemos notar que ambos tem em seus enredo seres míticos ( Magos , dragões, elfos , etc) também podemos notar  o cenário  os dois se passam em tempos remotos onde a castelos, cavalos.



Trabalho realizado pelos seguintes alunos da turma do primeiro semestre do curso de Publicidade e Propaganda:

Aurelio damasceno
Abmael dos Anjos
Bárbara Volcov
Beatriz Nunes
Bruno Luiz dos Santos
Jorge Toshiaki Koyanagui
Rodrigo Neris Costa
(Grupo Osideias)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Estudo de caso: Richard Hamilton



Richard Hamilton - O que será que torna
os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes (1956)

Nesta obra observamos como principais características visuais o excesso de exageros, a mistura de gêneros artísticos e produtos industrializados que estavam no auge daquela época.

A produção em massa gera a necessidade de consumir, o publico é atraído pelos cartazes com modelos onde o padrão de beleza é ditado pela indústria do cinema (físicos sempre magros e atléticos).

O cenário é artificial, há contraste entre o colorido dos produtos que eram novidade e estavam na moda com o recorte preto e branco dos modelos. Há também peças, obras e referencias a Broadway (grande avenida dos EUA conhecida internacionalmente pelos musicais e teatros).

Essa mistura de certa forma cria uma poluição visual, um excesso de informação que impossibilita quem esta observando a começar a leitura de um ponto só; seu olhar é atraído para todos os elementos familiares espalhados pela fotomontagem. 

Apesar de nada atraente é com essa técnica que o artista conseguiu de forma até irônica criticar o crescente capitalismo da década. A sociedade já tinha necessidade de consumir; mesmo que não precisasse. Esse consumo massivo de bens e serviços é até hoje influenciado por “imposição” da indústria de consumo e o American Way of Life que inclusive se faz presente na colagem.

A arte pop é moderna, inovadora. O artista tem liberdade para expressar suas mensagens e a linha de criatividade não tem fronteiras.

Aproveitando a matéria estudada eis aqui uma citação de Aleister Crowley que transmite bem e complementa esta ideia de liberdade de expressão:

“Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei. Todo homem é um indivíduo único e tem direito a viver como quiser”

Aleister Crowley se destacou como ocultista no século XX. Suas criticas sociais e ideologias viraram referência e influência para escritores, músicos, e um abrangente campo de estudo sobre magia. Foi também a inspiração de Raul Seixas na filosofia da Sociedade Alternativa, pela luta a favor da liberdade de pensamento e criação. 

E não é a obra de Richard Hamilton uma verdadeira metamorfose ambulante?

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Trabalho realizado pelos seguintes alunos da turma do primeiro semestre do
curso de Publicidade e Propaganda:

Abmael dos Anjos
Bárbara Volcov
Beatriz Nunes
Bruno Luiz dos Santos
Jorge Toshiaki Koyanagui
Rodrigo Neris Costa
(Grupo Osideias)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

05. Arte e ideologia I: A arte a serviço do poder na Antiguidade

Principais tópicos abordados:
1. As funções políticas da arte
2. Egito Antigo: arte e imortalidade
3. Egito Antigo: a técnica egípcia de pintura
4. Império Romano: pintura e escultura
5. Império Romano: arquitetura e engenharia
6. Estudo de caso: o Volkshalle

Para quem ficou interessado pelo documentário que eu comentei em sala de aula, sobre a relação entre Hitler, o nazismo e a arte, segue link para o registro do filme do IMDb: Arquitetura da Destruição. Vale ressaltar que o filme está disponível na íntegra no YouTube, com legendas em português. Vale a pena assistir.



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quinta-feira, 29 de março de 2012

Aula 04. Arte e consumo II: Arte, design e publicidade nos séculos XIX e XX

Principais tópicos abordados:
1. Adorno: indústria cultural e autoritarismo
2. Indústria e artesanato
3. O movimento das Artes e Ofícios na Inglaterra
4. A Art Nouveau internacional: design e publicidade
5. A arte pop
6. Estudo de caso: Richard Hamilton

Para quem tem curiosidade em conhecer mais sobre a arte de Andy Warhol (autor da obra de arte ao lado), vale a pena uma visita ao site do Andy Warhol Museum, de Pittsburgh, inteiramente dedicado ao artista.



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segunda-feira, 19 de março de 2012

Aula 03. Arte e consumo I: A indústria cultural

Principais tópicos abordados: 
1. Conceitos filosóficos do marxismo: infraestrutura e ideologia
2. Escola da Frankfurt
3. A indústria cultural de Adorno
4. Padronização e e escolha
5. Estudos de caso: O Senhor dos Aneis e Harry Potter

Como eu comentei com vocês, o texto de aula do Adorno foi escrito na primeira metade do século XX, mas muitas de suas teses continuam atualíssimas. Para quem tiver interesse nas aplicações contemporâneas da teoria de Adorno - para além do que vimos em sala de aula - recomendo a leitura de um interessante artigo de Antônio Soares Zuin: Sobre a atualidade do conceito de indústria cultural.



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Seguem os dois trailers aos quais assistimos em nosso estudo de caso:

O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei


Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
(Desculpe, pessoal, mas não consegui o link para o trailer legendado)


sexta-feira, 16 de março de 2012

Finalidades e Funções da Arte


Máscara Ngil, Gabão. Museu de Arte de Denver
No dia 5 de março do ano de 2012, foi proposto pelo Professor Alexandre Marcussi um estudo de caso em grupo. Este estudo consistia na análise de duas obras de arte, sendo a primeira uma máscara Ngil, produzida pelo povo Fang, cuja origem está no atual território africano que compreende o Gabão.

A máscara era utilizada, em conjunto com trajes cerimoniais, pelos juízes dos Tribunais durante a punição dos criminosos.

A segunda obra apresentada foi um fragmento da obra intitulada “As Senhoritas de Avignon”, de autoria de Pablo Picasso, produzida entre os anos de 1906 e 1907. Considerada, por muitos, como a primeira obra do cubismo.

A segunda obra foi inspirada na primeira, visto que no início do século XX, máscaras como essas chegaram a Europa, influenciando muitos artistas europeus.

Pablo Picasso - As senhoritas de Avignon (1907). MoMA
Em apertada síntese, nosso grupo delineou as semelhanças entre as obras, as origens, as finalidades e acerca da conveniência da exposição das duas obras lado a lado em um museu.

Com efeito, pudemos observar as semelhanças entre as obras, especialmente no que diz respeito à forma da máscara e da cabeça da figura maior no fragmento da pintura. Verificamos que o formato alongado da máscara é semelhante ao formato da cabeça da pintura maior, ou seja, ambos possuem um formato alongado, assim como os narizes igualmente alongados em ambas as obras.

Os tons avermelhados tanto na pintura quanto na máscara é outro ponto que merece destaque.

Dissertamos, ainda, acerca da finalidade da máscara, considerando que uma máscara é uma descaracterização da pessoa que a utiliza, ou seja, tem como objetivo despersonalizar o julgador fazendo com que se aproxime da imagem da entidade da qual emana seu poder de julgar e punir.

No que tange as finalidades de ambas as obras, chegamos ao entendimento de que não seria possível apreciar as obras dentro do mesmo critério, visto que a máscara foi criada para servir de instrumento para o juiz do povo Fang, por quanto a pintura foi criada para fins propriamente artísticos, para despertar emoções, sensações e sentimentos em seu observador, ou seja, para fins estéticos.

Por fim, opinamos que seria válida a exposição das obras lado a lado em um Museu, considerando que tal exposição incentivaria a reflexão e o entendimento acerca dos aspectos das obras expostas. Fazendo com que o observador possa traçar padrões e paralelos entre as obras de artes permitindo, assim, uma maior compreensão das obras observadas.

O trabalho foi bem avaliado pelo Professor que, por consequência, gerou o convite oportunizando a exposição do trabalho neste Blog que, por sua vez, estimulou o grupo a fazer uma reflexão maior sobre o tema, especificamente na finalidade e funções da obra de arte.

Assim sendo, com base na leitura de alguns textos propostos e aulas ministradas pelo Professor Alexandre, bem como algumas obras relacionadas, o grupo busca se aprofundar um pouco mais no tema.

A eminente Professora Marilena Chauí, em seu livro . Convite à Filosofia: São Paulo: Editora Ática 2002, disciplina que ao longo da História das artes duas concepções acerca da finalidade e funções da arte predominam: a concepção pedagógica e a expressiva.

Tais concepções tiveram sua origem nos pensadores clássicos, Platão e Aristóteles, Platão expôs esta concepção na República, colocando o conceito de pedagogia para a criação de uma cidade perfeita. Aristóteles, por sua vez, discorreu em Arte Poética que sobre arte pedagógica, mais precisamente a tragédia, como instrumento de “purificação espiritual dos espectadores, comovidos e apavorados com a fúria, o horror e as consequências das paixões que movem as personagens trágicas.” (Chaui, 2002, p. 324).

Conforme vimos na aula ministrada no mesmo dia 5 de março de 2012, pelo Professor Alexandre, esta abordagem ressurgiu alguns séculos mais tarde, através do conceito romântico da arte apresentando como sendo um dos elementos o sublime.

Nesse sentido, a Professora Marilena Chaui pontua:

A concepção pedagógica da arte reaparece em Kant quando afirma que a função mais alta da arte é produzir o sentimento do sublime, isto é a elevação e o arrebatamento de nosso espírito diante da beleza como algo terrível, espantoso, aproximação do infinito.” (Chaui, 2002, p.324)

Noutra ponta, temos a concepção da arte como expressão, isto é, “transformando num fim aquilo que para as outras atividades humanas é um meio”, o que podemos entender desta colocação é que a arte transmuta instrumentos sensoriais que utilizamos como meio para atingir nossos objetivos, em um fim.

Nas palavras da Professora Marilena Chaui, como expressão:

 “(...) as artes transfiguram a realidade para que tenhamos acesso verdadeiro a ela. Desiquilibra o instituído e os estabelecidos, descentra formas e palavras, retirando-as do contexto costumeiro para fazer-nos conhece-las numa outra dimensão, instituinte ou criadora”

A arte cria experiências sensoriais proporcionando elementos para que possamos conhecer e compreender nosso próprio mundo, através de símbolos e alegorias. “A palavra alegoria vem do grego, significando falar de outra coisa ou falar de uma coisa por meio de outra. Essa outra coisa é o símbolo” (Chaui, 2002, p. 325).

Aplicando-se os conceitos acima ilustrados ao estudo de caso proposto, analisando-se a máscara, tendemos a concluir que seu criador quis depositar naquele instrumento um simbolismo, descaracterizando o indivíduo que a usaria e, ao mesmo tempo, constituindo aquele objeto como fonte de poder autoridade.

Por outro lado, Pablo Picasso criou um universo de cores, texturas e formas proporcionando elementos para conhecer nosso próprio mundo (Chaui, 2002, p. 325).

Por derradeiro, ainda nos ensinamentos da Professora Marilena Chaui, concluímos que:
Assim, a obra de arte nos traz uma última revelação: mostra que a história é o movimento incessante no qual o presente (o artista trabalhando) retoma o passado (o trabalho dos outros) e abre o futuro (a nova obra, instituinte).” (Chaui, 2002, p. 326).


Participaram deste trabalho os alunos da turma do primeiro semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Uniban Anhanguera - Disciplina Estética e História da Arte – Professor Alexandre Marcussi.

Beatriz Oliveira
Bruno Luiz dos Santos
Jorge Toshiaki Koyanagui
Rodrigo Neris Costa

Referências Bibliográficas:
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia: Unidade 8: O Mundo da Prática – Capítulo 3 – O Universo das Artes. São Paulo: Editora Ática 2002.

terça-feira, 13 de março de 2012

Duas fragrâncias, duas pinturas


As marcas mais famosas são as mais concorridas, além daquelas onde um artista cria seu produto próprio, tornando maior o mercado.
 Podemos ver como exemplo o perfume  "M by Mariah Carey" da Cantora  Mariah Carey. Qual fã não iria gostar de ter o mesmo cheiro que seu ídolo?
 Partindo para o lado mais técnico da propaganda do mesmo perfume ("M"), podemos ver que é bem interessante que a modelo que é a própria cantora em um balanço sorrindo demonstrando uma diversão e descontração.

Vemos também outros pontos que da mais valorização a propaganda, ela estar em uma floresta onde o colorido das flores se destaca no pôr do sol que chama a atenção, diferente do que vemos nas cidades.
 Além disso, apreciamos a beleza da cantora com seu vestido branco que destaca suas pernas sua pele morena, dando um olhar mais sensual e sedutor, não muito diferente também de uma obra de arte O Sonho (1910) do pintor Henri Rousseau, onde o cenário da pintura é composto por uma floresta e suas flores grandes e coloridas, o céu azul e que se destaca por si só, e a modelo, que nesse caso é uma mulher "anônima" deitada e aproveitando o que a natureza tem a lhe oferecer.
 



 Observando atentamente as duas artes, tanto quanto a do artista e a do perfume, são muito parecidas, suas intenções e sentimentos são idênticos uma com a outra, e até poderíamos pensar que a obra publicitaria teve como inspiração e inicialização a partir da obra do pintor.


Outro exemplo que temos é a propaganda do perfume J’adore (Dior) onde a modelo mostra luxo, poder, sedução e classe que se destacam pela sua vestimenta e acessórios e cores empregados à propaganda e a modelo e as cores.

O mesmo é atribuído da pintura Adele Bloch-Bauer (1907) de Gustav Klimt onde temos uma mulher que demonstra delicadeza romantismo mais também classe.


segunda-feira, 12 de março de 2012

Plágio, paráfrase e citação: Normas para empregar textos alheios em trabalhos acadêmicos

Pessoal, fica o reforço do que eu comentei em sala de aula: plágio é extremamente anti-ético, além de ser crime. Sigam as normas descritas nos slides abaixo e vocês não terão problemas nesse sentido. Vale lembrar que isso vale para a minha disciplina e para quaisquer textos e trabalhos acadêmicos que vocês venham a escrever no futuro.



Caso não consiga visualizar os slides acima, clique aqui.

Aula 02. Arte e tecnologia: fotografia e cinema

Principais tópicos abordados:
1. Fotografia e realidade
2. Fotografia de arte
3. Cinema - elementos de conteúdo
4. Cinema - aspectos formais
5. Estudo de caso: Edward, Mãos de Tesoura





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Seguem abaixo os vídeos aos quais assistimos em nossa aula.

Dogville. Dir.: Lars von Trier. 2003.
(Clique para assistir. Não foi possível disponibilizar o vídeo no blog por questões de direitos autorais)

Psicose. Dir.: Alfred Hitchcock. 1960.


Frenesi. Dir.: Alfred Hitchcock. 1972

Capítulos de Leitura Básica - PLT

Como combinamos em sala de aula, segue uma lista com os nomes dos capítulos de leitura básica referentes a cada uma das nossas aulas. O PEA traz apenas a numeração de páginas na edição atual, que não bate com a numeração das edições mais antigas do livro. Quem estiver usando edições antigas (como a edição cuja capa está retratada na imagem ao lado) deve se guiar pelos nomes dos capítulos, listados abaixo:


05/03 – 11. A arte pré-colombiana
             12. A arte dos indígenas brasileiros

12/03 – 31. As novas linguagens da arte

19/03 – 29. A arte da segunda metade do século XX (I)

26/03 – 17. Movimento das Artes e Ofícios e Art Nouveau

09/04 – 2. A arte no Egito
             5. A arte em Roma

16/04 – 18. A influência da Missão Artística Francesa na arte brasileira

23/04 – 4. A arte na Grécia
             9. O Renascimento na Península Itálica

30/04 – 8. A arte gótica
             13. O Barroco na Península Itálica
             15. O Barroco no Brasil

07/05 – 16. A transição do século XVIII para o século XIX

14/05 – 19. O Impressionismo
             21. O final do século XIX na Europa

21/05 – 22. Século XX: primeira metade (I)
             25. O Brasil começa a viver o século XX: o Movimento Modernista
             26. Artistas e movimentos após a Semana de Arte Moderna

28/05 – 29. A arte da segunda metade do século XX (I)
             30. A arte da segunda metade do século XX (II)
             33. A arte brasileira da segunda metade do século XX
             34. Segunda metade do século XX: caminhos da arte brasileira

04/06 – 24. Primeira metade do século XX – arquitetura e escultura
             28. A moderna arquitetura brasileira
             32. Arquitetura contemporânea
             36. Arquitetura brasileira contemporânea

segunda-feira, 5 de março de 2012

Aula 01. Conceitos essenciais: os usos da arte

Principais tópicos trabalhados:
1. Historicidade do conceito de arte
2. A Estética no Romantismo
3. A produção social e institucional da obra de arte
4. Outras finalidades da arte
5. Estudo de caso: arte africana e cubismo

Para quem tiver mais interesse sobre as obras que estudamos no nosso estudo de caso, seguem dois links para aprofundamento: a página do Museu de Arte de Denver que abriga a máscara que nós estudamos e o verbete da Wikipedia sobre a tela de Picasso.

Clique na imagem abaixo para visualizar os slides de aula:



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